Uso da skill cível
Use a skill como co-pensador estratégico, não como máquina de despejar texto.
A Skill de Litígios Cíveis foi pensada para análise de casos e elaboração de peças no contencioso cível amplo: civil, consumidor, empresarial, imobiliário, médico e procedimentos correlatos. Ela funciona melhor quando recebe contexto organizado e documentos completos.
Prompt de partida
O melhor uso começa antes da redação.
Em vez de começar por um comando genérico, organize o caso como você já faria no escritório: posição processual, cronologia, documentos, prazo, risco e objetivo.
Enquadramento do caso em uma linha.
Polo do cliente e fase processual.
Fatos em ordem cronológica, com datas.
Documentos disponíveis ou anexados.
Pretensão específica: analisar, contestar, replicar, recorrer ou montar índice.
Prazos, foro, procedimento e pontos que preocupam.
Fluxo em seis etapas
Da análise do caso à peça revisável.
1. Coleta de informações
Você informa polo do cliente, tipo de peça, fase, foro, fatos em cronologia, documentos, prazos e pontos sensíveis. A skill identifica lacunas antes de analisar.
2. Construção das teses
Cada tese passa por fundamento legal, busca de precedente quando aplicável, visão do adversário, correção da fragilidade e estimativa de risco como julgador.
3. Índice antes da redação
Antes de escrever a peça, a skill entrega a estrutura para aprovação. É o melhor momento para trocar ordem, cortar tese ou acrescentar ponto.
4. Ritmo escolhido pelo advogado
Você decide se quer a redação em bloco único ou tópico por tópico, com possibilidade de calibrar concisão e profundidade no meio do caminho.
5. Comentários Word
Alertas sobre jurisprudência, vigência legal, risco ou estratégia viram comentários ancorados — checklist de revisão, não texto perdido no corpo da peça.
6. Fechamento consciente
A peça, os comentários e eventual ementa ficam prontos para revisão. O arquivo final só deve ser montado quando o advogado pedir expressamente.
Princípios de segurança
O método protege contra os erros mais perigosos da IA jurídica.
Não inventa jurisprudência: quando não há confirmação segura, a pendência vai para conferência antes do protocolo.
Não presume datas, valores, documentos ou qualificação das partes: se faltar dado relevante, pergunta.
Não admite fatos da parte contrária como verdadeiros: trata alegações adversas como controvertidas.
Não promete resultado: trabalha com risco, probabilidade e vulnerabilidades da tese.
Não omite pontos fracos: toda tese relevante vem acompanhada do que pode ser explorado pela parte contrária.
Revisão profissional
A entrega boa não é a que parece pronta. É a que deixa claro o que ainda precisa de decisão.
A skill ajuda a estruturar análise, teses, peça e comentários de revisão. Conferência de jurisprudência, validade legal, estratégia, adequação ao caso concreto e protocolo continuam sob responsabilidade integral do advogado.